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Stiperterapia
Fernando Marangon

O benefício do uso das pastilhas de Stiper é que elas não são invasivas e assim podemos tratar crianças, pessoas com fobia de agulha e idosos que tenham a pele sensível a ponto que não se possa agulhar.

Sábado, 06 de julho de 2019


Imagem: Dani Nakao

A Stiperterapia é uma prática terapêutica não invasiva composto de uma pastilha macia lembrando a textura de algodão que é fixada no paciente com um micropore.
Essas pastilhas foram desenvolvidas na década de 90 desenvolvida na Espanha e hoje já existem no Brasil e podem ser utilizadas junto com outras práticas terapêuticas.
Ele contém em sua composição partículas de silício que é o segundo maior elemento químico presente no nosso planeta estando nas rochas, na areia e no solo. O Quartzo de Silício também é usado em diversos equipamentos eletrônicos e tecnológicos, sendo um excelente semicondutor, ou seja, é capaz de se tornar um condutor de energia ou um isolante.
Eventualmente, algumas crianças mais resistentes ao agulhamento, iniciam o tratamento com o Stiper e na medida que a confiança vai sendo estabelecida, as agulhas acabam sendo apresentadas e introduzidas no processo.
O Stiper deve ser fixado ao corpo do paciente e ficar por no máximo 5 dias após a aplicação, esse é um recurso terapêutico que pode complementar o trabalho do acupunturista pois o paciente sai do consultório e leva consigo o estimulo fixado em seu corpo estimulando o ponto ou região que devem ser tratadas servindo tanto para o equilíbrio energético quanto para tratamento de dores locais.
As únicas restrições são para pessoas que possuam alergia à cola do micropore, gestantes (em função do estímulo do ponto a ser utilizado), ou pessoas que fazem uso de corticoides.

Fernando Marangon
Psicólogo e Acupunturista

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